ANO XVI – MAIO-JUNHO-JULHO DE 2019. EC 78

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NOTÍCIAS DA CITRICULTURA!
Joaquim Teófilo Sobrinho, informa na sua coluna trimestral que a citricultura realizou o seu maior evento no Centro de Citricultura no inicio de junho PP e com Diretor novo, Dirceu Mattos Junior. Todo ano que a citricultura tem preços bons para a laranja, a Expocitros se destaca e a Semana da Citricultura tem grande movimentação. Isto ocorreu novamente neste ano. Foram realizadas homenagens, palestras sobre os diferentes temas citrícolas e um público cativo e especializado prestigiou com a sua presença o maior evento do mundo da laranja. Nesta coluna apresentamos outros temas, entre eles: a lucratividade na citricultura, reposição do parque citrícola, produção de laranja no Estado de São Paulo no ano de 2019-2020, rentabilidade da laranja, além de outros assuntos que o caro leitor encontra informação nesta coluna.

 

IRRIGAÇÃO: NÃO IRRIGAR, MELHOR DO QUE IRRIGAR MAL!
O Prof. Dirceu Brasil Vieira, relata na sua coluna que em agricultura, a Irrigação é uma tecnologia para proporcionar água às plantas de forma adequada, para que possam desenvolver seu metabolismo e suprir a demanda evaporativa da atmosfera. Essa água deve ser aplicada de acordo com a Capacidade de Retenção do Solo, e mantida durante o desenvolvimento da vegetação em nível adequado, de tal forma a facilitar o processo de Absorção pelo Sistema Radicular, caminhamento para as folhas onde passam pelo processo da Fotossíntese o restante vai pelos Estômatos, suprindo a Demanda Evaporativa da Atmosfera.

 

CITRICULTORES NA BUSCA PELA JUSTIÇA!
O presidente da Associtrus, Flavio Viegas, cita na sua coluna que o cartel do suco vem sendo denunciado desde 1976 quando o então Deputado Herbert Levy o denunciou ao CADE. Em janeiro de 1977, as empresas do setor de sucos, comprovando sua atuação conjunta, enviaram ao governo do Estado de São Paulo um documento propondo a compra em conjunto da empresa Frutesp, recém-criada. No mesmo ano, a Cutrale e a Citrosuco uniram-se para comprar três outras concorrentes: Citral, Trop Suco e Sucorrico; as fábricas foram fechadas e os pomares  explorados em conjunto pelas duas empresas até 1989.

 

PSILÍDEO DOS CITROS: COMPLICADOR DO SISTEMA DE MEP
O professor Santin Gravena, menciona na sua coluna que em termos de MEP-Citros e de forma simples, poderíamos dizer que não seria necessário a prática de monitoramento (armadilha, ) ou amostragem (Inspeção) do “psilídeo dos citros” quando a prática comum entre os citricultores está sendo o calendário sistemático, no mínimo mensal, de aplicações para pomares em produção e semanal ou quinzenal para os em formação ou renovação.

 

ANÁLISE COMPARATIVA DA VARIAÇÃO DA SAFRA E DO PARQUE CITRICOLA, SAFRAS 2018/2019 E 2019/2020
Lourival Carmo Mônaco Neto e colaboradores informam que nesta coluna normalmente são analisados componentes do mercado que envolve o setor citrícola brasileiro, principalmente os associados ás exportações de produtos, utilização e dispêndio com insumos, ou ainda, preços no mercado interno e externo. Porém, é importante lembrar que qualquer análise de mercado precisa ser baseada nos fundamentos desse mercado, para que permita uma análise aproximada da realidade na contextualização das considerações finais. Nesse sentido,apoiado na recente divulgação do Programa de Estimativa de Safra(PES), divulgado pelo Fundecitrus , busca-se analisar a evolução da safra e do parque citrícola entre as safras 2018/2019 e 2019/2020.

 

ITAJOBÍ, CAPITAL NACIONAL DO LIMÃO TAHITI – EM TEMPOS DE GREENING!
Ondino Cleante Bataglia e Camilo Lázaro Medina falam do sucesso do plantio de limão Tahiti no pequeno Município de Itajobí (SP), que até uma placa foi colocada pelo prefeito na entrada da cidade chamada de capital nacional do limão Tahitii. Mesmo com greening , Dr Ondino mantém com sucesso seu plantio de limão no Município.E diz por que .
A persistência de programas de manejo é essencial para manutenção de pomares sadios e produtivos mesmo em áreas de alta incidência do greening. Esse é o caso de uma propriedade com uma área de 8 ha com plantas de 2 a 3 anos de idade onde estamos aplicando e acompanhando o manejo fisiológico do greening (MFG) desenvolvido pela Conplant, com pulverizações mensais de nutrientes e reguladores cujo objetivo é prevenir o aparecimento de sintomas da doença, mantendo as plantas em pleno crescimento e produção.

 

COMÉRCIO E CIÊNCIAS
Roberto Rodrigues, fala na sua coluna sobre o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, assinado em 28 de junho passado, teve dois grandes impactos positivos para o Brasil e os demais membros do nosso bloco: por um lado, foi um torpedo contra o neo-protecionismo que se desenhava como resultado da "guerra comercial" entre Estados Unidos e China, dada a expressiva parcela da população e da economia abrangidas pelo acordo. Por outro lado, nos traz de volta ao grande jogo do comércio global do qual estávamos afastados desde que a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) foi abandonada em 2003. A falta de acordos bilaterais com países relevantes, a nossa ausência da TPP (Parceria Trans-Pacífico), e a trava da Rodada de Doha da OMC estavam nos deixando fora de programas estruturados de comércio, embora tenhamos crescido muito nas exportações, sobretudo para a China. Ciência e comércio estão muito ligadas: a duríssima competição por mercados só será vencida pelos países que respeitarem e estimularem a tecnologia desenvolvida pela ciência.

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