ANO XVI – AGOSTO-SETEMBRO-OUTUBRO DE 2019. EC 79

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NOTÍCIAS DA CITRICULTURA!
Veja algumas das principais noticias publicadas pela mídia citrícola no trimestre agosto-outubro de 2019. Equipe do Fundecitrus de controle externo do HLB na citricultura ,substitui 259 mil plantas; safra de laranja do Estado de São Paulo e Triangulo Mineiro para o ano 2019-2020 foi reestimada pelo Fundecitrus em 388,42 milhões de caixas e na Flórida estimada em 74 milhões de caixas; o limão tahiti alcança bom preço no mês de setembro devido a baixa oferta. Veja ainda as colunas dos colaboradores especializados do ESPAÇO CITRICOLA, nesta edição.

 

MANEJO DA IRRIGAÇÃO
O prof. Dirceu Brasil Vieira, cita na sua coluna como se faz o manejo da irrigação. Ele informa que não basta somente aplicar água, mas sim proceder uma avaliação do Consumo Hídrico Diário da cultura e ir ajustando a Disponibilidade do Solo fixado no projeto, por exemplo Turno de Rega ou Intervalo de Irrigação (IR) com a situação real, o que pode e deve ser feito mediante a avaliação da umidade do solo. Tal avaliação por meio de metodologia é denominada Processo de Controle das Aplicações de Água ou Controle da Irrigação. Isso é fundamental para a agricultura irrigada, sem o que a racionalidade é prejudicada, visto que o Consumo de Água é totalmente dependente da Demanda Evaporativa da atmosfera.

 

ALERTA PARA NOVA PRAGA OCORRENDO NA FLÓRIDA
O professor Santin Gravena, informa na sua coluna que uma nova praga que está ocorrendo na Flórida pode chegar ao Brasil. Esta nova praga é conhecida também como cochonilha esférica, Nipaecoccus viridis (Newstead) (Hemiptera: Pseudococcidae). Ela é muito parecida com a cochonilha branca Planococcus citri com a qual pode ser confundida. Uma informação muito importante é a descrição da praga. Mede cerca de 4 mm de comprimento e 3 mm de largura. O corpo varia de preto, roxo a azul/esverdeado recoberto por fina cada de cera branca ou azul opaco.

 

O PORQUE DO TERMO AGROTÓXICO !
O professor Adilson D. Paschoal da Esalq menciona na sua coluna , especial para o 12 de outubro, Dia do Engenheiro Agrônomo, o Porque do termo agrotóxico. Sob a fraca e incoerente alegação de que o Brasil é o único país a usar o termo agrotóxico, quer-se alterar esse vocábulo por outro, que os recalcitrantes e influentes personagens de um setor da política nacional e de um grupo que tem a agricultura como mero negócio, querem impor à sociedade brasileira, visando interesses próprios e das corporações a que se submetem, em detrimento do interesse geral da nação.

 

A CHEGADA DO MIP NA AGRICULTURA BRASILEIRA E SITUAÇÃO ATUAL NA CITRICULTURA
O prof. Santin Gravena criador do MIP na agricultura brasileira relata a história da chegada do MIP e situação atual na citricultura. Com estudos na Califórnia (Universidade da Califónia: Berkeley, Riverside e Davis), iniciou-se a integração do controle químico com o biológico e várias culturas destacando-se Algodão e Citros. Na de citros os resultados foram muito bons, provando-se que era possível reduzir o número de pulverizações pela metade. Com isso multiplicou-se estudos dos inimigos naturais pela importância de que se mostravam nos campos arrasados com clorados (anos 1940) e fosforados (anos 1950).

 

DISTORÇÕES NO MERCADO DE LARANJA!
Flávio Viegas, cita na sua coluna que nesta safra as condições climáticas a partir de maio estão bastante desfavoráveis, a maior parte da região citrícola está sofrendo com uma intensa seca, com redução de chuvas de 32% no cinturão citrícola em relação à média histórica. Em algumas áreas a redução atingiu 69%.

 

CITRICULTURA E FERTILIZANTES: DEMANDA RELATIVA 2013 – 2018
Lourival Carmo Mônaco e colaboradores informam na sua coluna de economia citrícola que este trabalho se apoia em informações obtidas junto à Associação Nacional de Difusão de Adubos (ANDA – Anuários Estatísticos) para a demanda por fertilizantes em mil toneladas e no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE) para área plantada com laranja em mil hectares. Por sua vez se soma a uma serie de artigos similares publicados em anos anteriores, que calcula as relações temporais atualizadas para a determinação da demanda relativa por fertilizantes para a cultura da laranja, período 2013 a 2018.

 

O CAVALO ESTÁ PASSANDO ARREADO!
Roberto Rodrigues menciona que está mais do que debatido na última década o grande desafio da humanidade no século XXI:compatibilizar a oferta de alimentos de qualidade a uma população crescente (sobretudo nos países emergentes, onde a renda per capita também sobe mais) com a preservação dos recursos naturais. A este tema se somam outros vetores, como a urbanização crescente, a maior expectativa de vida, as mudanças climáticas, a geração de empregos, a digitalização, a internet das coisas, os novos hábitos alimentares, a concentração da riqueza e a incapacidade dos governos de atenderem às demandas das sociedades, mesmo aquelas reconhecidas em campanhas eleitorais.

 

DINÂMICA DO MERCADO DE LARANJAS FRESCAS A PARTIR DA CEAGESP DE SÃO PAULO
Segundo o IBGE, conforme relata Gabriel Vicente Bitencourt de Almeida, a laranja e a Banana se alternam , ao longo dos anos , entre 5º e 6º lugares do valor de produção agrícola brasileiro.Para 2019 a previsão do mesmo IBGE é que o valor cresça para 14,1 bilhões de reais, um incremento de 8,1% em relação a 2018.
Em 2018 a área colhida do Brasil foi de 589 mil hectares que produziram 16,7 milhões de toneladas. O Estado de São Paulo é o maior produtor, colheu 12,9 milhões de toneladas em 376 mil hectares, respectivamente, 64% e 77% de participação no total nacional.

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