ANO XVI- FEVEREIRO-ABRIL-EC 81 e ANO XVII-MAIO-JULHO – EC 82

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NOTICÍAS DO AGRONEGÓCIO!
Estamos vivendo um momento critico de reflexão e mudanças com a pandemia do coronavirus.Uma crise sem precedentes no mundo atual, que revelou o quão vulneráveis podemos ser caso não estejamos preparados para as transformações inesperadas que, provavelmente, marcarão o inicio de uma nova era.

A revista eletrônica de citricultura também foi afetada. Esta edição equivale aos números 81 e 82 do ESPAÇO CITRICOLA, referente aos trimestres fevereiro-abril e maio-julho de 2020 respectivamentes. Joaquim Teófilo Sobrinho relata que a safra de laranja de 2019/2020 foi encerrada com 386,79 milhões de caixas segundo o Fundecitrus; a projeção da safra 2020/2021 feita pelo Fundecitrus será de 287,26 milhões de caixas de 40,8kg, um volume menor de 25,6% que a safra de 2019/2020; com a projeção da safra de 2020/2021 anunciada pelo Fundecitrus a tendência é que haja um equilíbrio com o estoque de suco de laranja; veja nestas edições um panorama da comercialização de tangerinas a partir do Ceagesp de São Paulo.

O  Plano Safra do Brasil para 2020/2021 foi lançado no dia 17/06/20 no Palácio do Planalto,pelo Ministério da Agricultura e terá vigência de 1º de julho deste ano a 30 de junho de 2021. O Plano destinará R$ 225,59 bilhões para produtores rurais. A cultura do trigo já alcança43% da área plantada do RS.

 

OS ÁCAROS BRANCOS E FERRUGEM SE COMPLEMENTAM NO ATAQUE AOS CITROS.
O Prof Santin Gravena informa que em toda estação da primavera (22/09 a 21/12), a depender do início das chuvas regulares sobre o estresse das plantas ao sair do inverno normal, sobrevém brotação intensa prenunciando a florada principal.

É também nesta época rica da primavera que se dá a recolonização dos insetos e ácaros que na maior parte dependem das folhas e ramos tenros com seiva carregada de aminoácidos livres, tanto para sugamento pelos sugadores(pulgões, moscas brancas, cochonilhas, etc), raspadores(ácaros e tripes) e mastigadores(lagartas, besouros, etc).

A origem deles podem estar nas próprias plantas na forma de quiescência (ativos mas sem se alimentarem), ou em brotações raras no pomar ou em frutas restantes de colheita ou frutas tardias (safra anterior) ou precoces (Próxima safra).

Os ácaros branco e ferrugem, Polyphagotarsonemus latus e Phyllocoptruta oleivora, respectivamente, imigram ambos pelo vento com muita facilidade e chegam no talhão vindos de outras localidades ou da própria copa de brotações isoladas vindas do inverno.

 

COMPORTAMENTO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE SUCO DE LARANJA NO PERIODO DE 2002 A 2019.
Lourival Carmo Mônaco Neto e colaboradores citam que no momento atual da pandemia em que a crise sanitária vem afetando a economia mundial com a queda nos indicadores econômicos, o agronegócio brasileiro tem se consolidado, mais uma vez, como um dos principais setores geradores de divisas para o Brasil.

Na pauta exportadora do agronegócio brasileiro chama a atenção o suco de laranja, commodity em que o Brasil detém a liderança mundial. Diante deste quadro de hegemonia, é relevante a analise da linha do tempo do desempenho e evolução das exportações de suco de laranja brasileiro.
Com a disponibilidade de dados das exportações de suco de laranja referentes ao ano de 2019, este artigo analisa o seu comportamento temporal para um horizonte que engloba desde o início das exportações do NFC (em 2002) até 2019.

 

ESTIMATIVA PARA A SAFRA DE LARANJA DO CINTURÃO CITRICOLA DE SÃO PAULO 2020-21
Flávio Viegas, Presidente da Associtrus, informa que desde a safra 2015/16 o Fundecitrus , depois de décadas de cobrança da Associtrus , passou a levantar e publicar um amplo e detalhado levantamento do parque citrícola e uma estimativa de safra para o cinturão citrícola de São Paulo, reduzindo assim a assimetria de informações dentro da nossa cadeia produtiva.

As últimas cinco safras têm registrado uma marcante alternância, caracterizada por uma pequena safra, abaixo de 290 milhões caixas de 40,8 kg, seguida de uma grande safra da ordem de 390 milhões de caixas, uma variação da ordem de 100 milhões de caixas o que equivale a 1,5 safras da Flórida, o segundo maior produtor mundial de laranjas.

 

ÁGUA: PREVENIR PARA NÃO FALTAR
O Prof. Dirceu Brasil Vieira, relata na sua coluna que o estado de São Paulo tem uma história climática onde o período de estiagem é intenso nos meses de Junho e Julho, o que vem acompanhado de variação elevada entre as temperaturas diárias mínima e máxima.

Neste mês de Abril de 2020 choveu somente cerca de 40 mm, em 24 dias, pouco em comparação com o ano passado que superou 150 mm.

Como não há previsão de chuvas para os próximos dias, vamos para maio com séria deficiência hídrica, o que pode agravar em Junho.

O clima da região de Campinas quente e temperado, segundo a Köppen e Geiger: Cfa. 19.3 °C é a temperatura média.

Pluviosidade média anual de 1315 mm. Tal fato tem ainda adicionais que causam preocupação ao agricultor: a Umidade Relativa baixa, o que aumenta a evapotranspiração, observa-se também o aumento da frequência de chuvas intensas. Sem dúvida há uma alteração climática cujos efeitos a agricultura são preocupantes, com diversas cultivos estão sofrendo intensamente o efeito da falta de umidade no solo, elevada perda de água por Evapotranspiração induzida pela baixa umidade relativa do ar, com temperaturas oscilando perto dos 20 graus.

 

UM PANORAMA DA COMERCIALIZAÇÃO DE TANGERINAS A PARTIR DO CEAGESP DE SÃO PAULO.
O Engenheiro Agrônomo Gabriel Bitencourt de Almeida, chefe da Seção do Centro de Qualidade Hortigrangeiras, do Ceagesp de São Paulo, divulga na sua coluna um panorama da comercialização de tangerinas a partir do Ceagesp de São Paulo. A coluna contém muitas informações para os mercadistas de fruras frescas.


De acordo com os dados consolidados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO, a China é de longe o maior produtor mundial além de ter apresentando notável incremento de produção nos últimos anos.

Em 2018 o gigante asiático produziu quase 20 milhões de toneladas de tangerinas. O Brasil é o sexto produtor mundial, com a produção estabilizada há vários anos em torno de 1 milhão de toneladas.

 

ROBERTO RODRIGUES: EXIGÊNCIAS E MUDANÇAS QUE VIERAM PARA FICAR.

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